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Mulheres no alvo de doenças:
No dia 1/3/2008, foi comemorado o dia internacional da mulher. Muito se fala que elas mudaram sua postura na sociedade na últimas décadas. O fato é que, com tantos compromissos assumidos, o tempo ficou pouco para correr atrás da saúde.
O estresse é o vilão de boa parte das doenças. O sedentarismo também. Se essa dupla, nada perfeita, não gera um mal ao organismo, ao menos o agrava.
Algumas doenças são cotadas como mais comuns no meio feminino. Aquelas que exigem check-up anual para não se transformarem num drama.
Artrite reumatóide, também comum nos homens, atinge inexplicavelmente em maior número, a ala feminina.
As doenças cardíacas, antes um mal muito temido pelos homens, entrou no campo das fêmeas aos poucos e fez as mulheres incluírem na lista de exames de rotina, os cuidados com o coração.
Câncer, seja de mama, pele ou útero, são os mais temidos.
Portanto, algumas doenças têm sido mais fregüentes entre elas. Mas elas podem se prevenir. Para mim, o estresse e o sedentarismo são os grandes vilões de boa parte das doenças.
Os exames essenciais para a mulher:
Os exames necessários para detectar doenças estão disponíveis na rede pública estadual e municipal. Em cada município há um programa de atendimento à saúde da mulher.
Para ter acesso a ele, basta agendar consulta na unidade da saúde mais próxima da casa e, assim, receber a orientação devida para a realização dos exames.
Toda mulher deve fazer um homograma completo para detectar anemia e infecções. O exame de glicemia é útil para detectar intolerância à glicose e diabete.
O exame de HIV mostra a presença do vírus que causa a Aids. A VDRL é a sigla em inglês para "Veneral Disease Research Laboratory", que, em tradução livre, significa algo como pesquisa laboratorial de doença venérea. Este exame é extremamente útil para detectar problemas como a sífilis.
Enfim, a rede pública realmente oferece programas de saúde para as mulheres e orienta sobre como viver sadiamente.
Coragem para denunciar:
Deixar de lado o medo, a vergonha e o preconceito. Passar por cima de tudo isso sem se sentir humilhada, e criar coregem para denunciar. Centenas de mulheres, vítimas de violência doméstica entregam os seus agressores à polícia.
Mas, de acordo com a polícia, cerca de 60% das mulheres vítimas de violência doméstica desistem de denunciar os agressores quando são informados de que eles ficarão presos. Entretanto, outros 40% das vítimas permanecem firmes nas denúncias e conseguem se livrar de vez dos companheiros agressores.
Assim sendo, apesar das mulheres não querer mais sofrer violência e humilhação, elas vem em busca de auxílio, não de punição para o agressor. Mas, o número está aumentando de mulheres vítimas de violência doméstica que não querem conversa, e sim a prisão do seu companheiro agressor.

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20:03:03